quarta-feira, 30 de abril de 2014

Você sabia?


UM SANTO REMÉDIO. 
Água morna com limão em jejum. Estimula o sistema imunológico, ajuda no equilíbrio do PH, na digestão e na perda de peso, agindo como diurético natural suave. Ela ainda hidrata o sistema linfático, mas para todos esses benefícios, deve ser tomada em jejum. O limão também tem um efeito alcalinizante no corpo e é uma fruta rica em vitaminas e minerais, dentre eles a tão conhecida a Vitamina C, mas também contem vitaminas do complexo B como tiamina, riboflavina, os carotenoides, e os minerais magnésio, fósforo, silício, selênio, cálcio e potássio, e ainda os limonóides, compostos bioativos que estão associados a prevenção de várias doenças, incluindo o câncer.
Tem tbm uma ação direta no fígado e promovem a detoxificação através da eliminação de toxinas e substâncias cancerígenas. Além dessa propriedade esse composto é citado nos estudos como importante para reduzir sintomas de ansiedade, combater a depressão e reduzir gordura no sangue; Tem vitamina C é importante para o sistema imunológico, fazendo sua fortificação, além de participar das vias da lipólise (queima de gordura no sangue). Por isso , em jejum LIMÃO SEMPRE LIMÃO.


FONTE EXTRAÍDA DO SITE: http://www.solangefrazao.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2014

Afinal, o que é Sistema Imunológico?

Olá pessoal falamos tanto em sistema imunológico mais será que vocês realmente sabem o que é?
Iremos esclarecer e explicar para vocês.



O sistema imunológico é uma parte essencial do nosso corpo, mantendo-nos a salvo de doenças - desde um resfriado comum a doenças mais graves, como o câncer.

O sistema imunológico é, muitas vezes, a razão pela qual não nos sentimos bem quando temos uma infecção, mas é a razão pela qual nos recuperamos dessa mesma infecção. Infelizmente, ele também pode funcionar incorretamente, provocando doenças como alergias e doenças autoimunes.

Há dois componentes entrelaçados no sistema imunológico: os sistemas imunes inato e adaptativo. Ambos são essenciais na prevenção de doenças, mas funcionam de maneiras muito diferentes.

Sistema imunológico inato

A primeira linha de defesa contra uma infecção, o sistema imunológico inato consiste em tecidos como a pele e o revestimento do nosso sistema gastrointestinal. Trata-se de uma barreira física, que ajuda a impedir que agentes infecciosos entrem em nosso corpo.

O sistema imune inato também tem células especializadas que atacam qualquer patógeno que entra no nosso corpo. As células, incluindo neutrófilos, macrófagos e células dendríticas, são capazes de ingerir patógenos e matá-los dentro da célula.

O sistema imune inato atua rapidamente. Estas células estão presentes por todo o corpo e podem agir em minutos para matar micróbios invasores e limitar os danos que eles podem causar ao corpo.

Mas o sistema imune inato nem sempre consegue livrar o corpo de organismos patogênicos. É aí que entra nossa segunda linha de defesa, bem mais especializada.

Sistema imunológico adaptativo

O sistema imunológico adaptativo é mais evoluído do que o sistema imunológico inato, que responde da mesma forma a todos os agentes patogênicos. O sistema imunológico adaptativo utiliza técnicas diferentes para destruir micróbios diferentes.

Existem três tipos principais de células associadas com o sistema imunológico adaptativo: células B, células T auxiliares e células T matadoras.

As células B produzem anticorpos. Os anticorpos são pequenos compostos químicos capazes de se ligar a alguns micróbios e impedi-los de entrar nas células, ou se ligar a toxinas que alguns agentes patogênicos produzem e neutralizar os seus efeitos.

Os anticorpos também "marcam" os micróbios, de forma que as células inatas - aquelas do sistema imunológico inato - possam destruí-los mais facilmente.

Os anticorpos também são capazes de passar através da placenta e através do leite materno e ajudar a proteger os bebês contra doenças, até que seu próprio sistema imunológico amadureça.

As células T auxiliares, como seu nome indica, ajudam outras células do sistema imunológico. Elas permitem que as células inatas vejam e matem os agentes patogênicos, enquanto as células B fabricam o tipo certo de anticorpo para lidar mais adequadamente com cada patógeno em particular.

As células T matadoras secretam substâncias químicas para matar diretamente as células já infectadas por vírus. Os vírus não podem se reproduzir fora de uma célula, por isso eles invadem nossas células. Os anticorpos não podem entrar na célula, por isso as células T matam a célula inteira, impedindo o vírus de se reproduzir. Depois que a célula foi morta, as células do sistema imunológico inato entram em ação e limpam os detritos.

O sistema imunológico adaptativo consegue se lembrar dos agentes patogênicos, de modo que a próxima exposição aos mesmos patógenos resultará em uma resposta imune muito mais rápida e mais forte. Frequentemente você nem vai saber que foi exposto a um agente patogênico. É por isso que você geralmente só tem doenças como o sarampo uma vez, e este é o mesmo sistema explorado pelas vacinas.

As vacinações expõem o seu sistema imunológico a partes dos patógenos de uma forma que não o deixam doente, mas capacitam o seu sistema imunológico para reconhecer o patógeno. Quando você é exposto a esse mesmo patógeno "de verdade", o sistema imunológico adaptativo reage tão rapidamente que você não vai ficar doente.

Quando o sistema imunológico dá errado

Algumas vezes o sistema imunológico responde inadequadamente.

Alergias, tais como rinite alérgica (febre do feno), conjuntivite alérgica, asma alérgica ou eczema alérgico (também conhecido como dermatite atópica), são causadas por uma resposta imunológica a um invasor que não iria causar uma doença.

Assim, as alergias são provocadas por um mau funcionamento do sistema imunológico.

Doenças autoimunes, tais como lúpus, esclerose múltipla e diabetes tipo 1, ocorrem quando o sistema imunológico percebe células do nosso próprio corpo como se fossem estranhas, e disparam uma resposta imunológica contra elas. Esta é a ironia - o nosso sistema antidoença torna-se a causa real da doença.

Compreender o sistema imunológico é crucial na medicina: novas vacinas estão sendo desenvolvidas para melhorar a nossa resposta imune contra patógenos, tratamentos de câncer que usam o sistema imunológico para destruir as células cancerosas estão sendo aprimorados e novos tratamento de alergias graves e doenças autoimunes pretendem manipular e amortecer aspectos específicos do sistema imunológico sem prejudicar a nossa capacidade de responder aos agentes patogênicos perigosos.

Todos os dias, o nosso conhecimento sobre o sistema imunológico aumenta, abrindo ainda mais as portas para tratamentos e curas para uma variedade de doenças.


MATÉRIA EXTRAÍDA DO SITE FISIOBRASIL: http://www.fisiobrasil.com.br/main.asp?link=noticia&id=1566
 

OVO – o ovo é considerado o segundo alimento mais completo do mundo. Tudo que é necessário para que haja uma vida, está contido no ovo!!!

O ovo hoje é considerado pelos maiores especialistas do mundo, como o segundo melhor alimento do mundo. Surpresos?

   - Muito se fala a respeito do problema do colesterol relacionado ao ovo, mas saibam que até hoje, não houve NENHUM estudo que conseguiu comprovar esta teoria absolutamente furada.
 
Pois bem, o ovo é composto por:
- Ácidos Graxos Saturados
- Ácidos Graxos Insaturados
- 20 Aminoácidos
- 14 Minerais
- 12 Vitaminas
- Carotenóides
Dentre os componentes, destaco principalmente:
- Vitamina B12, Folato, Vitaminas A, D, E, K
- Aminoácidos/Proteínas (20% das proteínas que necessitamos diariamente é proporicionada por 1 Ovo)
- Fosfatidilcolina (também chamada de Lecitina)
- Carotenóides Luteína / Zeaxantina*
* Estas substâncias em nosso corpo diminuem a incidência de doença cardiovascular, diminuem a degeneração macular nos olhos (relacionada com a idade), faz prevenção de catarata e de retinose pigmentar. Ou seja, melhora a visão e previne doenças oftálmicas degenerativas
            Em estudo publicado pela Nutrition and Metabolism EM, 2008, foi escrito que o estudo evidenciou e comprovou que o ovo tem os seguintes benefícios:
- Ação Anti-Inflamatória (sendo capaz de diminuir a Proteína C Reativa)
- Emagrecimento (como efeito indireto, pois o ovo aumenta o hormônio mais abundante do corpo, Adiponectina- antigamente chamado de GBP28)
- Aumento do HDL (o colesterol chamado de “bom”)
- Diminui os níveis de Insulina (prevenindo diabetes, além de conferir melhor qualidade de vida às pessoas eu ingerem*)
* Insulina hoje é um exame imprescindível, mas que ainda não é solicitado como deveria na medicina. É isoladamente o exame que consegue predizer com maior a longevidade de uma pessoa, além de hoje ser o principal indicador de diabetes. Fazer o que pessoal, a medicina avança, os paradigmas são quebrados, o conhecimento evolui, então se você nunca realizou, saiba que deveria saber seus índices basais.
 
 Bom, não preciso dizer que o melhor ovo é realmente o “caipira”, mas melhor comer o “não caipira” do que ficar sem ovo. O ovo orgânico ou caipira, chega a ter de 10 a 20 vezes mais ômega 3 d que o não orgânico!
            Também não preciso dizer que comer o ovo cru não é uma boa idéia, não recomendo devido ao problema da salmonellose, infecção que pode se instalar através de micro rachaduras na casca. Outra coisa, busque guardar seus ovos dentro da geladeira e não naquele local da porta, que é de fato o pior local para se guardar, por causa da probabilidade de provocar rachaduras no abre e fecha da porta.
            Por último, saibam que o ovo deve ser ingerido completo, não devemos comer só uma parte ou outra, isto não existe e não faz o menor sentido! Vou disponibilizar a vocês a porcentagem de absorção de aminoácidos (proteínas) de cada alimento para que vejam que o ovo é além de tudo, uma fonte proteica melhor do que qualquer outra possível à nós:
- Leite Materno – 49% de absorção
- Ovo (clara+gema) – 48%
- Carne, peixe e frango – 32%
- Fórmulas de aminoácidos – as melhores não chegam a 30%
- Soja – 17%
- Produtos láteos – 16%
- Clara de ovo – 17%
- Espirulina – 6%
           
E para que percam o medo, saibam que a Universidade de Harvard realizou um estudo onde estudantes de medicina ingeriram 25 ovos por dia durante 3 meses.  Querem saber o resultado?
O colesterol baixou.
Reparem no absurdo que a ignorância tem causado às pessoas, que hoje em dia têm medo de comer um alimento fundamental. De 1974 a 2003, houve uma diminuição de 84% na ingesta de ovos no Brasil. Aí de 2003 a 2009, houve ainda uma diminuição de mais 87% sobre a quantidade já diminuída! Isto são dados do IBGE.
 
 
 
 
 

terça-feira, 25 de março de 2014

Curiosidades!!!

Olá pessoal hoje iremos passar um vídeo para vocês falando bem explicadinho sobre a importância da vacina contra o vírus HPV.

sábado, 15 de março de 2014

Curiosidades

Cérebro controla o envelhecimento do corpo

Estudo revela que o cérebro aumenta a produção de uma molécula ao longo da vida - e ela está diretamente ligada ao desgaste do organismo

Link permanente da imagem incorporada

Você vai morrer quando os seus órgãos falharem. Essa falha pode ser causada por acidentes, doenças ou pelo desgaste natural dos tecidos ao longo da vida. Mas pode existir também um quarto elemento: a ação do seu próprio cérebro. Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, descobriu que o cérebro humano possui uma espécie de relógio interno - que determina quanto tempo o organismo irá viver. Isso acontece no hipotálamo, uma região no meio do cérebro que controla diversas reações do corpo, como fome, sede e sono. Em estudos com ratos, os pesquisadores notaram algo interessante: conforme o animal envelhece, o hipotálamo vai elevando o nível de um conjunto de proteínas chamado NF-kB. Os cientistas resolveram fazer um teste. Usando manipulação genética, criaram ratos imunes a essas proteínas. Surpreendentemente, os bichos viveram 23% a mais que a média.

E não só isso: eles se saíram melhor que os demais em testes físicos e cognitivos. "Além de viver mais, os ratos viveram com qualidade", diz o cientista molecular Dongsheng Cai, líder do estudo.

Ainda não se sabe por que a proteína está ligada ao processo de envelhecimento. Uma possível explicação é que ela gere processos inflamatórios crônicos no corpo - que, no longo prazo, desgastariam os órgãos e poderiam predispor a doenças. "Não temos como acabar com o envelhecimento. Mas talvez possamos estender o tempo de vida das pessoas", acredita Cai.

Fonte extraída da revista Super Interessante.
Matéria escrita por Marcos Ricardo dos Santos.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Vacina contra Aids de grupo da USP é a primeira a mirar ‘trechos fixos’ do HIV

HIVBr18 passou por checagens de laboratório com resultados inéditos.
Pesquisa iniciada em 2002 espera verba para teste com macacos.
Ricardo Muniz Do G1, em São Paulo
        
 
Foto: Daigo Oliva/G1

Daniela S. Rosa, Edecio Cunha-Neto, Susan Ribeiro e Eliane Mairena no Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP, semana passada. Em Paris nesta semana, para apresentar os resultados da vacina HIVBr18 (Foto: Daigo Oliva/G1)

    Aspas                  
            Nenhum conceito de vacina contra a Aids usa as premissas que estamos usando. Ela merece chegar a ensaio clínico"
                 
Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) estão desenvolvendo uma vacina contra o HIV, o vírus da Aids, baseados em um plano só testado no Brasil. De aproximadamente 200 conceitos de imunizantes anti-HIV imaginados ao longo de 25 anos de luta contra a doença, o desenho da HIVBr18 é o único que mira “regiões conservadas” do vírus – trechos que não passam por mutações. Com a identificação desses alvos fixos, o imunizante brasileiro pode chegar a ser mais eficaz do que os quase 30 que passam atualmente pelo crivo dos ensaios clínicos.

O problema, como sempre, é dinheiro para seguir o ritual obrigatório de checagens. Iniciado em 2002, o projeto consumiu R$ 1,2 milhão e agora precisa de US$ 600 mil só para fazer um tira-teima com macacos-resos na Universidade de Wisconsin – não há centros de primatologia no Brasil capacitados para assumir essa etapa. O degrau é pré-requisito para a necessária – e custosa – sequência de ensaios clínicos, os testes humanos propriamente ditos. São três fases, divididas basicamente pelo número de voluntários participantes. Para que se tenha uma ideia, são necessários US$ 50 milhões a US$ 150 milhões para tocar uma fase 3.

“Nenhum conceito de vacina contra a Aids usa as premissas que estamos usando. Ela merece chegar a ensaio clínico”, disse ao G1 o especialista Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP e da equipe que desenvolve a nova vacina. “Além disso, nós temos a propriedade intelectual da vacina, pois, até o momento, o desenvolvimento foi totalmente realizado em nosso País.” A patente da HIVBr18 foi depositada no Brasil em setembro de 2005, e nos Estados Unidos e na União Europeia em 2007. Etapas do estudo estão sendo apresentadas pelos brasileiros nesta terça-feira (20) e amanhã em Paris, no Congresso Aids Vaccines 2009.

Vírus transformista
O trunfo do HIV é que o vírus é um fujão profissional, um vilão transformista. E ninguém até agora havia conseguido identificar e alvejar seu calcanhar de Aquiles. “As enzimas que replicam o vírus são falhas, então há muitas mutações”, explica Cunha-Neto. “Algumas são prejudiciais para o vírus, mas outras conferem vantagens. Pelos mecanismos de seleção natural, essas últimas vão prevalecendo.”

Foto: Daigo Oliva/G1 

'A vacina brasileira merece chegar a ensaio clínico', defende o imunologista da USP Edecio Cunha-Neto. (Foto: Daigo Oliva/G1)

Com isso, os cientistas acabavam se deparando com a situação inglória de gastar anos de estudo e muito dinheiro para criar um arsenal que só funciona em um alvo e, na hora H, perceber que o alvo já virou outra coisa, na qual o míssil não faz nem cócegas. Assim, as vacinas já testadas fracassaram porque foram tapeadas pelo agente causador da Aids. Funcionaram em alguns casos, mas simplesmente não foram reconhecidas em outros tantos.

As “velhas estratégias” para lidar com esse pesadelo obedecem a duas premissas clássicas: elas usam proteínas inteiras do HIV e se concentram em gerar linfócitos T do tipo CD8 citotóxico, o pelotão de fuzilamento de células infectadas. Os pesquisadores da USP, sob coordenação de Cunha-Neto, resolveram identificar os trechos permanentes ou "fixos" do HIV por meio de um software – acharam e testaram 18 fragmentos – e embuti-las artificialmente em uma “vacina de DNA”.



“Partimos da consideração de que talvez não fosse o ideal simplesmente usar algo pronto da natureza (as proteínas inteiras), porque elas estão sempre prontas para escape - como ocorre na própria infecção pelo HIV”, explica o imunologista. “Um algoritmo identificou, a partir de uma base de dados, regiões conservadas que se ligam à maioria dos tipos de HLA de classe 2 (os antígenos leucocitários humanos, moléculas capazes de estimular uma resposta imune que variam muito de pessoa para pessoa). Fabricamos esses segmentos protéicos e confirmamos com testes bioquímicos. Foram fabricados 18 peptídeos que, no conjunto, pegavam todos os HLA mais comuns na população.”

Testada com 30 pacientes soropositivos, 91% reconheceram as iscas. O objetivo buscado aqui foi, teoricamente, melhorar a cobertura vacinal em populações geneticamente heterogêneas, ou seja, fazer com que mais pessoas desenvolvessem respostas imunes contra o HIV após receber a vacina.

Linfócito T CD4
Além disso, a equipe decidiu investir em outro linfócito T, o do tipo CD4. “Não adianta muito ativar o CD8 e só, porque ele é inapelavelmente dependente do CD4 para ser gerado e subsistir com capacidade destruidora. Sem o CD4, o CD8 tem curta duração. O CD4 não era alvo nos conceitos tradicionais de vacina”, diz Cunha-Neto.
Com a incorporção da pesquisadora Daniela Rosa, a pesquisa ganhou novo impulso. Foi então que as 18 sequências foram colocadas em um plasmídeo, um anel de DNA, criando uma “proteína estranha”, quimérica. Na verificação de magnitude após a injeção, os testes indicaram uma alta proliferação e produção de citocinas, as proteínas que funcionam como mensageiros para ajudar na regulação de uma resposta imune. Já na checagem de amplitude em camundongos transgênicos para HLA humanos e portanto parcialmente "humanizados", 16 das 18 sequências foram reconhecidas.

Os oito anos da jornada para viabilizar a HIVBr demandaram financiamento da Fapesp, do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde, do CNPq através do INCT-Instituto de Investigação em Imunologia, e do Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia (Itália). Além dos 8 pesquisadores do núcleo, outros 7 profissionais atuaram como colaboradores em diferentes estágios do trabalho, como, por exemplo, no desenvolvimento do software para isolar as sequências fixas do HIV.

Texto extraído do site: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

Curiosidades

Vacina contra AIDS no Brasil.
Assistam ao vídeo.